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terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

«Salamancada» económica na indústria regional?

«Salamancada» económica na indústria regional?


Deveria ser assumido um compromisso entre Portugal e Espanha para apresentação, até ao primeiro trimestre do próximo ano, de um plano concertado de desenvolvimento para a região Guarda/ Salamanca, capaz de gerar expectativas nos cidadãos portugueses da zona fronteiriça com Castela relativamente aos seus projectos logísticos. Continuar a acreditar no projecto. Sem definhar. Perece-me muito importante, neste momento difícil da história económica europeia, criar expectativas nos cidadãos destas regiões não periféricas da Europa, é a garantia da eficácia destes projectos.





domingo, 6 de Dezembro de 2009

Reportar, partilhar ou debater problemas do seu Município

Guarda política não é um blogue de videos de sexo porno nem videos online - virus torjan; agradeço que não enviem as escutas do face oculta. Obrigado! Virus system

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O http://www.autarquias.org/ oferece aos cidadãos a possibilidade de alertar os municípios para as mais variadas situações, desde Lixos na via pública, postes de iluminação que não funcionam, buracos na via pública, equipamento danificado, problemas nos abastecimentos, ou outros tipos de problemas, que muitas das vezes as Câmaras Municipais não tem conhecimento.
Os cidadãos envolvidos podem acompanhar as respostas das autarquias aos alertas apresentados por outros cidadãos, como também participarem nesses mesmos alertas adicionando comentários.
O autarquias.org permite também a criação de debates por cidadãos que pretendem discutir assuntos que lhes pareçam pertinentes com outros cidadãos e com o próprio município ou questionar a autarquia sobre um assunto do interesse de todo o município, como também a abertura de petições.
Participe neste projecto.

domingo, 29 de Novembro de 2009

Barrela Política na Guarda - são rosas

Barrela Política na Guarda - são rosas genéticamente modificadas...



O ex-deputado Dr. Fernando Cabral, ex-coordenador da concelhia da Guarda do Partido Socialista, ex-presidente da Federação Distrital do Partido Socialista da Guarda, publica um artigo de opinião no jornal da cidade sob o título «COMENTANDO…», no decorrer do mesmo podemos ver uma análise objectiva do PS local, esmiuçando melhor podemos descortinar uma «barrela política» à Federação Distrital do Partido Socialista da Guarda. Sendo certo que a Federação do PS parece ir contra a mão da concelhia da Guarda.

Citando, «No entanto e completado que está o ciclo das eleições para Deputados na Assembleia da República (AR), das nomeações dos membros do Governo e do Governador Civil há uma evidência claríssima: O concelho da Guarda perde em toda a linha. Quando antes tinha dois Deputados e uma Governadora Civil, hoje não tem Governador nem qualquer Deputado! Pela primeira vez, em muitos, muitos anos, o concelho da Guarda não tem um Deputado na AR. Falta de qualidades nos militantes do PS do concelho da Guarda? Não aceito! Há militantes com imensa qualidade e competência no único concelho do distrito cuja presidência da Câmara Municipal sempre foi do PS.» Talvez a culpa seja do regulamento…

«Não quero com isto dizer que não há militantes e simpatizantes competentes noutras concelhias do distrito. Há e conheço muitos. Mas o que está a acontecer à Guarda passa todas as marcas e por isso não posso calar a minha indignação! A Federação Distrital deve uma explicação aos militantes e aos cidadãos do concelho da Guarda.» A distribuição de poder não é passível de sindicância.

Mas todos reconhecemos sem rodeios que o poder desperta sentimentos ambivalentes. Todos admitimos que o poder é uma faculdade desejável porque parece necessário ao sucesso, mesmo sem apreciá-lo.

Essas sentimentos emocionais que o poder desperta, que podem chegar ao extremo do desprezo mais absoluto, são consequência de dois factores. O primeiro: o facto de saber que as mesmas estratégias e procedimentos utilizados para alcançar objectivos políticos positivos podem ser utilizados com intenções nefastas. O segundo: a experiência educacional, em qualquer nível, geralmente ensina que o sucesso na vida é uma questão de esforço individual e tira importância da interdependência. Por isso deveríamos ter o cuidado de nivelar por cima, com sistemas qualitativos honestos e verdadeiros de escolha de candidatos, a escolha das entidades individuais que apresentamos sob a forma de lista para votação. A introdução de «batatas podres» nas listas de candidatos a deputados do PS na Guarda é um problema recorrente, bafejado pela astúcia e pela falta de inteligência assente na falta de capacidade profissional e de política individual.

«Claro que face a um PS actual onde cada vez se cumpre menos os estatutos, também, tal como outros, me questiono: e aos dirigentes incumpridores, nada lhes acontece disciplinarmente?»

Sei que é graças ao gesto altruísta e desinteressado dos dadores de Sangue que milhões de vidas são salvas diariamente, agora que o mesmo acto estabeleça o peso político - deconhecia. Os militantes virtuais não podem ter mais peso político que os militantes reais. Os partidos deveriam valorizar mais os militantes de base? Os verdadeiros. Os reais. Os de sempre.

Esta federação deixa um ensinamento político a todos os militantes. Sob forma de slogan. Caro militante de base, junte-se àqueles que dando um pouco de si contribuem muito para a felicidade dos seus familiares.

Retirado de:
http://www.novaguarda.pt/noticia.asp?idEdicao=208&id=14545&idSeccao=2959&Action=noticia

810 anos da atribuição do Foral à Guarda

810 anos da atribuição do Foral à Guarda
















domingo, 22 de Novembro de 2009

Gestão de Destino Turístico – cidade da Serra da Estrela

Gestão de Destino Turístico – Guarda cidade da Serra da Estrela







terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Falar verdade sobre as eleições no PSD da Guarda

Falar verdade sobre as eleições no PSD da Guarda





O PSD dos cartazes com a figura hierática de Manuela Ferreira Leite e com frases como: “Não prometam o que não podem cumprir”, “Façam política com as pessoas', “Olhem por quem precisa”, acabando nos cartazes autárquicos inundados de «malmequeres», a fazer lembrar o partido «os verdes» e os mal-amados, om protagonistas que do ponto de vista político se centram da «extrema esquerda» à direita viciosa de um conservadorismo retrógrado, com laivos monárquicos deixou de ser um espaço aberto. O PSD na Guarda fechou-se sobre si próprio, perdeu a sua pluralidade e diversidade, afastou todos os que, sendo militantes de longa data ou mesmo fundadores, não subscreviam na íntegra o tratado uníloquo em que o querem transformar.

A apresentação (na Guarda) de candidatos de segunda linha nas eleições legislativas deixou o PSD numa posição comprometedora. Incapaz de se renovar (a nível nacional ou regional) afasta todos os que pensam diferente e querem fazer algo distinto. Como aconteceu com Pedro Passos Coelho, que foi vergonhosamente afastado das listas (apesar de todo o seu mérito). Uma asfixia democrática nunca vista em nenhum partido politico democrático desde o 25 de Abril. Os social-democratas que não acreditam na unicidade foram afastados.

Assim nasceu na Guarda, um grupo de militantes do PSD que pensa como a líder, vota como a líder, mover-se-á como a líder pela porta da saída. Aparecendo velhos políticos regionais que actuam pela fé que a líder desperta com a sua saída.

O PSD é hoje um verdadeiro partido de direita e com regras de duvidosa democraticidade. Aqueles que teimosamente fugiram da candidatura à câmara da Guarda foram os que atiraram a primeira pedra ao candidato a essa mesma câmara.
O PSD tem de voltar a ser social-democrata, laico, plural e multifacetado, como sempre foi. Os proscritos de agora têm de se deixar de hipocrisias e erguer a sua voz por valores históricos que estão a ser alienados. O PSD na Guarda não tem candidatos históricos, tem históricos que são candidatos por falta de alternativas profissionais pessoais. Assim mais uma vez, temos os candidatos históricos transformados em candidatos antigos, sem dar oportunidade aos mais novos. No PSD são sempre os mesmos, derrotados que têm estrondosas vitórias e assim sucessivamente, de vitória em derrota até à reforma choruda. Entre as velharias intercalam jovens (preferencialmente filhos ou afilhados dos históricos - descendentes) e assim se faz a hipotética renovação nas listas. Este PSD está podre, só atinge o poder quando o PS falha. Deixou de ser uma alternativa e passou a ser um partido «alternadeiro» suportado pela fé.

Este PSD não percebe a diferença entre antiguidade e velharia. A antiguidade é um posto a velharia não tem lugar em listas sérias de partidos. Porque perdeu o PSD em Manteigas, Meda e quase em Trancoso? Talvez porque impôs nesses concelhos, uma política económica engendrada no poder autárquico. Apostada em tentáculos municipais que exploram creches, escolas, lares, centros de dia, funerárias, restaurantes etc, assentes em empresas municipais de viabilidade económica duvidosa, sem gestão e cujos resultados económicos carecem de demonstração. Este modelo vai conduzir a região a um estado de latência crónico. Fazer negócio desde o nascimento do cidadão local até à morte do mesmo, sempre sobre a tutela dos senhores históricos e a batuta dos antigos do PSD, tem conduzido o povo desses concelhos, a um declínio histórico. Este PSD precisa falar verdade. Depois de apresentar em quase todos os concelhos em que é poder os candidatos de sempre (alguns desde o 25 de Abril) obteve resultados que deveriam merecer uma reflexão. Este PSD não aprende a lição. Regressa com os candidatos de sempre para a renovação do nunca. Este PSD não serve para a Guarda. Este PSD não é alternativa.

domingo, 15 de Novembro de 2009

Segredo de justiça é segredo para quem?

Mas afinal o segredo de justiça é segredo para quem?



O DN transcreve na íntegra um comunicado com a extensão do PGR sobre as escutas das conversas privadas entre duas pessoas. O segredo de justiça pode ter no mínimo duas interpretações, a do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e a do Procurador-Geral da República. As entrelinhas do comunicado nada dizem mas tudo podem dizer. O que é mau! Demasiado dúbio para um simples comunicado. Pior só mesmo julgamentos em praça pública sem acusação formada, sobre coisa alguma, sem possibilidade de contraditório, mas com o seu nome enxovalhado nas páginas de jornais. Muitas vezes publicados por interesses inconfessáveis e dignos de instrução.



Mas afinal o segredo de justiça é segredo para quem?